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Neurônios afetados pelo Alzheimer têm mais atividade que os outros, diz estudo

O Alzheimer é considerado  uma doença que afeta negativamente a sinapse ( conexão entre os neurônios). É o que explica o professor Jesús Ávila, do Centro de Biologia Molecular do Conselho Superior de Investigação Cientificas, da Espanha. A  pesquisa publicada essa semana na revista "Science" explica que esse tipo de deficiência não acontece em todos os neurônios.

Os cientistas observaram que há um aumento na atividade neuronal na zona afetada pela doença. O esperado é exatamente  o contrário, como explica a cientista espanhola, Laura Molina, do Serviço de Neurologia do Hospital de la Santa Creu i Sant Pau de Barcelona. "Seria uma redução da atividade já que se pode supor que os neurônios morram  ou funcionem menos do que um cérebro saudável".

Os cientistas alemães observaram se essa hiperatividade cerebral tem efeito no comportamento de ratinhos e nas dificuldades de aprendizado. Ainda que seja difícil afirmar que os sintomas sejam diretamente relacionados à aceleração dos neurônios.

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