Neurociência pode explicar a vitória dos mocinhos no faroeste

Andrew Welchman da Universidade de Birmingham, Reino Unido, levou esse passo mais adiante. Bohr pode ter levado o prêmio Nobel por seu trabalho em mecânica quântica, mas a resposta para esse enigma é mais complicada do que ele pensava.

Welchman fez experimentos colocando uma pessoa contra outra em um laboratório. A tarefa? Levantar a mão fora de um botão, empurrar dois outros botões, e em seguida, voltar ao primeiro. Não tinha sinal de largada. “Eventualmente um decide que é hora de começar. O outro jogador então, vai tentar se mover o mais rápido possível”, disse Welchman.

Os jogadores que reagiram levaram 21 milisegundos a menos, em média, que o primeiro. Welchman acha que movimentos de reação envolvem um caminho do cérebro mais rápido do que o movimento intencional. Então Bohr estava certo? Não é bem assim.

Houve também um “tempo de reação”, um atraso de 200 milisegundos antes dos jogadores começarem a responder a ação dos oponentes. Assim, embora tenham se movimentado mais rápido, eles não ganharam.

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