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Estudo da Unifesp aponta dano cerebral para usuários ‘leves’ de maconha

O estudo, feito pela neuropsicóloga Maria Alice Fontes com participantes de 18 a 55 anos e orientado pelo professor Acioly de Lacerda, do Departamento de Psiquiatria, alerta para os prejuízos causados pela substância nas chamadas “funções executivas” cerebrais.

“Elas nos permitem processar e organizar todas as informações novas que nos são passadas diariamente e necessitam de planejamento, iniciação, memória operacional, atenção sustentada, inibição de impulsos, fluência verbal e pensamento abstrato”, escreveu Maria.

Lacerda explica que esse levantamento usou a maior amostragem do mundo de usuários crônicos avaliados por testes neuropsicológicos. Também é o primeiro a mostrar que os déficits cognitivos pelo uso leve, porém crônico, da droga parecem ser expressivos para desencadear disfunções no cérebro.

“Quanto mais precoce e maior a exposição à maconha, pior será a memória do usuário, mesmo depois de um período de abstinência”, afirma o professor.



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Estudo da Unifesp aponta dano cerebral para usuários ‘leves’ de maconha

O estudo, feito pela neuropsicóloga Maria Alice Fontes com participantes de 18 a 55 anos e orientado pelo professor Acioly de Lacerda, do Departamento de Psiquiatria, alerta para os prejuízos causados pela substância nas chamadas “funções executivas” cerebrais.

“Elas nos permitem processar e organizar todas as informações novas que nos são passadas diariamente e necessitam de planejamento, iniciação, memória operacional, atenção sustentada, inibição de impulsos, fluência verbal e pensamento abstrato”, escreveu Maria.

Lacerda explica que esse levantamento usou a maior amostragem do mundo de usuários crônicos avaliados por testes neuropsicológicos. Também é o primeiro a mostrar que os déficits cognitivos pelo uso leve, porém crônico, da droga parecem ser expressivos para desencadear disfunções no cérebro.

“Quanto mais precoce e maior a exposição à maconha, pior será a memória do usuário, mesmo depois de um período de abstinência”, afirma o professor.



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O estudo, feito pela neuropsicóloga Maria Alice Fontes com participantes de 18 a 55 anos e orientado pelo professor Acioly de Lacerda, do Departamento de Psiquiatria, alerta para os prejuízos causados pela substância nas chamadas “funções executivas” cerebrais.

“Elas nos permitem processar e organizar todas as informações novas que nos são passadas diariamente e necessitam de planejamento, iniciação, memória operacional, atenção sustentada, inibição de impulsos, fluência verbal e pensamento abstrato”, escreveu Maria.

Lacerda explica que esse levantamento usou a maior amostragem do mundo de usuários crônicos avaliados por testes neuropsicológicos. Também é o primeiro a mostrar que os déficits cognitivos pelo uso leve, porém crônico, da droga parecem ser expressivos para desencadear disfunções no cérebro.

“Quanto mais precoce e maior a exposição à maconha, pior será a memória do usuário, mesmo depois de um período de abstinência”, afirma o professor.



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