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Descoberta enzima no cérebro de camundongos que prolonga a dor

Pesquisadores trabalhando com camundongos descobriram uma enzima cerebral que aprece fazer com que a dor se perpetue após o ferimento de um nervo e que, esperam, poderá ser usada como alvo para o tratamento de dor crônica em seres humanos.

Em artigo publicado na revista Science, os cientistas, do Canadá e da Coreia do Norte, afirmam ter conseguido aliviar a dor após bloquear a enzima.

“Isso nos oferece uma compreensão básica do mecanismo cerebral da dor crônica”. disse o principal autor do trabalho, Min Zhuo, professor de fisiologia da Universidade de Toronto.

“Não apenas oferece uma nova possibilidade de projetar remédios para a dor, mas também ajuda a entender por que muitas drogas não são capazes de controlar a dor crônica”.

Embora analgésicos existam há tempos, o controle da dor crônica em hospitais, e para condições como o câncer e no tratamento paliativo de pacientes terminais, muitas vezes é inadequado.

Zhuo é colegas encontraram níveis elevados da enzima proteína quinase M zeta numa região do cérebro chamado córtex cingulado anterior de animais feridos.

Para confirmar a função da enzima, eles desativaram um gene que acreditavam ser o responsável pela enzima, em outro grupo de camundongos.

Depois, descobriu-se que os animais sem o gene sentiam menos dor crônica, ou nenhuma dor, após sofrer ferimentos nos nervos.




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Descoberta enzima no cérebro de camundongos que prolonga a dor

Pesquisadores trabalhando com camundongos descobriram uma enzima cerebral que aprece fazer com que a dor se perpetue após o ferimento de um nervo e que, esperam, poderá ser usada como alvo para o tratamento de dor crônica em seres humanos.

Em artigo publicado na revista Science, os cientistas, do Canadá e da Coreia do Norte, afirmam ter conseguido aliviar a dor após bloquear a enzima.

“Isso nos oferece uma compreensão básica do mecanismo cerebral da dor crônica”. disse o principal autor do trabalho, Min Zhuo, professor de fisiologia da Universidade de Toronto.

“Não apenas oferece uma nova possibilidade de projetar remédios para a dor, mas também ajuda a entender por que muitas drogas não são capazes de controlar a dor crônica”.

Embora analgésicos existam há tempos, o controle da dor crônica em hospitais, e para condições como o câncer e no tratamento paliativo de pacientes terminais, muitas vezes é inadequado.

Zhuo é colegas encontraram níveis elevados da enzima proteína quinase M zeta numa região do cérebro chamado córtex cingulado anterior de animais feridos.

Para confirmar a função da enzima, eles desativaram um gene que acreditavam ser o responsável pela enzima, em outro grupo de camundongos.

Depois, descobriu-se que os animais sem o gene sentiam menos dor crônica, ou nenhuma dor, após sofrer ferimentos nos nervos.




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