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Cocaína altera o comportamento para sempre, diz estudo.

Os cocainômanos apresentam uma redução na capacidade de avaliar os riscos versus os benefícios de cada situação, além de dificuldades no controle do comportamento. Na pesquisa, os cientistas usaram técnicas de ressonância magnética funcional, para analisar a atividade dos neurônios em 16 usuários de cocaína e em outras 16 pessoas saudáveis.

Enquanto eram submetidos ao estudo de ressonância magnética funcional, foi pedido aos voluntários que identificassem quantidades diversas de dinheiro e as colocassem por ordem de valor. Nos resultados, mais da metade dos indivíduos que usavam cocaína não conseguiam diferenciar os valores.

As imagens cerebrais mostraram um padrão de conflito ou até mesmo desconectados, como resposta à apresentação dos valores. As observações feitas referem-se principalmente à área pré-frontal do cérebro.

Uma outra observação feita é que, mesmo quando a droga é completamente excretada do corpo humano, e este não volte a usá-la, a função cerebral na área da córtex pré-frontal jamais retorna completamente ao normal.

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