Preaload Image

Deixe um Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Caminhadas regulares ajudam a combate à demência na velhice

Nada como uma boa caminhada para aliviar o estresse, melhorar a capacidade cardiorrespiratória, tonificar os músculos e de quebra ainda perder uns quilinhos. Mas de acordo com um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, o exercício pode trazer mais um benefício: evitar perda da capacidade cerebral e combater a demência na velhice.

Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores acompanharam cerca de 300 pacientes durante 13 anos, e avaliaram seus hábitos de caminhada. O primeiro monitoramento foi feito em 1995 e constou que nenhum deles apresentava nenhum sinal de demência.

Em 2004 e 2008 foram feitos novos testes neurológicos, que mostraram que aqueles que caminhavam no mínimo dez quilômetros por semana tinham metade do risco de sofrer de problemas de memória do que os que não se exercitavam.

“O cérebro encolhe na fase mais avançada da idade adulta, o que pode causar problemas de memória. Nossos resultados encorajam a realização de testes para verificar se exercício físico em pessoas mais velhas são uma abordagem promissora contra demência e Alzheimer”, disse Kirk Erickson, líder do estudo.

O trabalho, que foi divulgado pela revista on-line da Academia Americana de Neurologia, a Neurology, mostrou que o ideal é que cada pessoa caminhe cerca de 14 quilômetros por semana, ou cerca de 2 km por dia.

Essa ¿atividade cerebral¿ pode ajudar a evitar doenças como o Alzheimer. A forma mais comum de demência mata lentamente as células do cérebro e as caminhadas regulares podem ajudar a aumentar o volume do órgão.

Deixe um Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.